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Autor da própria Saúde - Acerola [diabetes, obesidade, melasma, sistema imunológico]



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ACEROLA – Malpighia emarginata

A acerola é popularmente utilizada como refresco nos dias quentes e para a produção de doces, geléias, sorvetes e outros produtos. É considerada uma importante fonte de vitamina C e por este motivo é utilizada para combater gripes e resfriados e para aumentar a atividade do sistema imunológico.

Seu consumo é extremamente seguro e pode-se comer tanto seus frutos, como tomar seu suco sem riscos à saúde. Terapeuticamente considera-se que a quantidade diária mínima de acerola a ser consumida são 4 a 6 acerolas, mas não há uma limitação clara para seu consumo.

Cientificamente, a acerola é considerada uma fruta de elevada atividade antioxidante, já que o ácido ascórbico, ou vitamina C é um dos melhores antioxidantes naturais e esta fruta apresenta elevada concentração da substância. Comparativamente, a acerola só perde em Vitamina C para o Camu-camu, fruta típica do cerrado brasileiro. Ela chega a ter 1500mg da vitamina em cada 100g de fruta fresca. Já a laranja, tem apenas 85mg. Mesmo com toda esta concentração de Vitamina C, a polpa congelada de acerola perde gradativamente esta vitamina, podendo chegar a 50% de perda. Já a fruta congelada mantém a concentração original. Outra informação importante é que a maior concentração de Vitamina C é encontrada nos frutos imaturos, podendo chegar a mais de 2.000mg em cada 100g de fruta. Nos maduros a concentração é menor.

Um estudo conduzido no japão demonstrou que a absorção de vitamina C pelo organismo de pessoas saudáveis é melhor quando se consome acerola, do que quando se consome a vitamina C isoladamente. Ou seja, alguns dos componentes da acerola favorecem a absorção da Vitamina C pelo organismo.

Por sua ação antioxidante, a acerola foi capaz de proteger o fígado contra os danos químicos causados por etanol.

Ainda, como anti-inflamatório, o suco de acerola tem boa ação no combate a diversos modelos inflamatórios, dada sua elevada atividade antioxidante, inibindo enzimas inflamatórias.

Na hiperglicemia, um estudo demonstrou que o consumo de acerola tem um efeito moderado no controle das taxas de açúcar impedindo parcialmente a absorção de açúcar pelo intestino.

Como antiobesidade, o suco de acerola demonstrou a capacidade de impedir o ganho exagerado de peso, melhorando significativamente o perfil de gorduras das cobaias com menores índices de LDL e maiores índices de HDL. Estes resultados justificam o uso do suco de acerola como elemento dietético.

Ainda no caso da obesidade um fator de risco é o potencial de genotoxicidade, ou seja alterações no DNA por conta do excesso de gorduras, podendo inclusive levar ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Nestes casos, o consumo de suco de acerola impediu experimentalmente os danos do material genético em função da obesidade.

A farinha produzida com o bagaço residual do processamento da acerola, foi capaz de inibir parcialmente várias enzimas digestivas como a lipase, a glucosidase, amilase e a tripsina, reduzindo a digestão de carbohidratos e gorduras, impedindo sua absorção pelo intestino, servindo como elementos dietético importante e podendo auxiliar no controle da hiperglicemia pós-prandial.

Um estudo japonês demonstrou que o extrato de acerola tem um efeito clareador sobre a pele, impedindo a melanogênese, ou seja, evita que as células da pele produzam melanina, mesmo quando estimuladas por Raios UVB. Este pode ser um tratamento importante para evitar a formação de melasmas e outras manchas de pele.

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