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Entenda Como a Diabetes Causa Cegueira



Entenda Como a Diabetes Causa Cegueira

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Apesar do diabetes ser comumente abordado, há algumas dúvidas frequentes que precisam de esclarecimento, principalmente quando se leva em consideração o futuro da doença no Brasil. De acordo com a International Diabetes Federation (IDF), o problema já atinge 12 milhões de pessoas no país e, até 2035, a estimativa é de mais de 19 milhões de pacientes.

A cegueira, que neste caso decorre de um estágio avançado da retinopatia diabética, é uma das complicações ocasionadas pelo não controle da doença. Há também outros problemas como dificuldade de foco, catarata, glaucoma e outros danos na retina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, até 40% dos pacientes portadores da doença podem ter esses tipos de complicações por falta de informação e ausência dos sintomas.

Na prática, a retinopatia diabética ocorre quando os vasos sanguíneos da retina são danificados. A retina é o nervo responsável por projetar imagens e enviar ao cérebro. Quando o nível de glicose está elevado, o sangue fica denso, provocando problemas na circulação. Essa situação faz com que os vasos da retina sejam lesionados. Se chegar ao ponto de rompê-los, pode causar cegueira.

O Brasil tinha mais de 12 milhões de diabéticos em 2011. Desse total, metade tem risco de desenvolver retinopatia diabética, um desdobramento do diabetes que afeta os olhos e pode provocar lesões graves e até a perda total da visão.

“É uma doença séria, e a maior causa de cegueira irreversível em populações economicamente ativas”, afirma Marcos Ávila, oftalmologista e professor titular da Universidade Federal de Goiás. Catarata, glaucoma e a degeneração da visão, provocada pela idade e diagnosticada apenas em idosos, completam a lista.

O problema não é consequência da doença principal, mas reflexo do descontrole e do descaso no tratamento do diabetes, lamentam os especialistas. Os fatores de risco são amplamente conhecidos: sedentarismo, alimentação, hipertensão e tabagismo.

“Manter-se longe desses comportamentos diminui em 50% do risco de desenvolver retinopatia diabética”, revela o oftalmologista Jacó Lavinsky.

Pacientes que têm a doença há mais de oito anos, diabéticos negligentes com a própria saúde e portadores que não controlam os próprios índices glicêmicos têm os maiores riscos de desenvolver retinopatia.

No estágio inicial da doença, o tratamento com laser consegue queimar as fissuras e restaurar a visão. Em fases mais agudas, no entanto, elas não se fecham por completo e é preciso complementar com injeções aplicadas no próprio globo ocular, a cada 30 dias, durante três meses. As injeções favorecem a absorção de sangue e gordura inflitrados e corrigem o dano. Outra alternativa é a cirurgia, usada para remover os tecidos anômalos formados pela retinopatia.

As opções de tratamento são relativamente acessíveis – o laser e a cirúrgia são feitos em alguns hospitais públicos do País. Na avaliação de Ávila, tais procedimentos não são os grandes gargalos da doença. O que limita o controle, garante o especialista, é a falta de informação sobre como prevenir o problema.

“Há cinco anos, a ignorância era generalizada. Hoje, as campanhas feitas pelo Ministério da Saúde e pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia caminham para mudar essa realidade. Cabe ao paciente reconhecer os riscos e buscar prevenção e atendimento médico. Não é normal um paciente se descobri diabético durante a consulta oftalmológica, por conta da retinopatia. Infelizmente, isso acontece.”

O tratamento deve ser sempre orientado por um oftalmologista e, normalmente, varia de acordo com a gravidade e o tipo de retinopatia do paciente, sendo que nos casos de retinopatia diabética não proliferativa o médico pode optar apenas por vigiar a evolução do problema sem fazer qualquer tipo de tratamento especifico.
Já nos casos da retinopatia diabética proliferativa, geralmente, é necessário fazer cirurgia ou tratamentos com laser para eliminar os novos vasos sanguíneos que estão se formando no olho ou para parar um sangramento, caso esteja acontecendo.
No entanto, o paciente deve sempre manter o tratamento adequado da diabetes para evitar o agravamento da retinopatia, mesmo nos casos de retinopatia diabética não proliferativa.

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